Nenhum homem é uma ilha - aí está uma frase ambígua.
O que querem dizer com isso?
Que o ser humano precisa de companhia, de apoio, auxílio e solidariedade? Ou que, de fato, o isolamento faz com que se perca a característica humana para que se dê origem a um novo tipo de ser? Neste caso, especificamente, nenhuma das alternativas. O homem é, sim, a ilha e a ilha é, por sua vez, o homem. Confuso? Eu explico.
Os eventos que se deram na Ilha Grande, há três dias, não deixam de martelar na minha cabeça uma dúvida que sempre tive e que - agora - já não é mais dúvida: "há muito mais entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia". O que pude contemplar é inexplicável. Tratam-se de provas, provas irrefutáveis de que o sobrenatural existe, de que não se pode mais considerar que estamos sozinhos neste mundo. E, no entanto, o ser humano é pobre de espírito. Quando aqui digo "ser humano", também me enquadro na categoria. É pobre de espírito ao negar a existência do oculto, do inexplicável, como o fazem as instituições e os mecanismos legais criados pelo homem.
Foram-me tomadas as câmeras, os equipamentos, tudo o que poderia conter quaisquer provas do que estou aqui a escrever. Tentei falar, mas palavras já não mais fazem sentido. Vivemos em uma época de incredulidade - o que é surpreendente, uma vez que recém saímos do juízo final categorizado por formas podres de nós mesmos. Não, falar já não adianta mais. Ainda há esperança de que eu possa mudar, mesmo que aos poucos, mesmo que lentamente, as opiniões de vocês, caros leitores, e de todos os demais que possam ter acesso a estes escritos. No entanto, existem forças - e estas são EM NADA sobrenaturais - que impedem meu progresso, bloqueiam minha cruzada pela verdade nua e crua.
Essas forças já conhecemos. A polícia, entidades governamentais, alguns campos da mídia e até mesmo empreendedores do setor privado. Todo mundo quer uma fatia do bolo, todos querem se lambuzar com a ingenuidade do povo. E cá vos digo, senhores, de ingênua nada tenho.
Uma tempestade está chegando.
Se nós, homens, somos ilhas, talvez seja a hora de transbordar.
A verdade nua e crua
Espaço para novas tendências, críticas, súplicas do povo incauto e - por que não? - para o estudo do oculto.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Vox populi, vox... diabolus?
A voz do povo é a voz de Deus, é o que dizem. Ou seria do Diabo?
Eu, particularmente, me reservo o direito de refletir a respeito antes de dar alguma resposta. Fico preocupada com o poder da concentração das massas, que mesmo antes do juízo final já eram formadoras de opinião. O que chamamos de "juri popular" é, na verdade, um bando de hipócritas que apontam nos outros as suas próprias falhas.
É o que vimos, por exemplo, na noite passada. Testemunhamos o fim das Rondas Ostensivas Contra Opã. Ainda bem, pois já não aguentava mais aquele nome patético. De qualquer forma, a ROCO fechou suas portas com a alegação de que os Filhos de Opã teriam sido exterminados. E qual não foi nossa surpresa quando, em vez de aplausos e ovações, Cibele Trajano recebeu um DISPARO no meio do peito?
Ou pelo menos teria recebido, não fosse a intervenção imediata de seus agentes - bem treinados, devo dizer.
Para entender o que aconteceu, recorramos primeiramente ao livro "A Fome", escrito por Sophia Schneider - a qual, convém dizer, fora amiga pessoal de boa parte dos integrantes do grupo paramilitar citado acima:
"...e eis que ao abrir a porta, nos deparamos com aquela... criatura. Aquele homem que já não mais era um homem. Aquela besta desenfreada - transformada no que ele mesmo jurara proteger, no que ele mesmo jurara purificar. Verti uma lágrima por meu amigo Hugo Sugimura. Era um bom homem, com um bom coração e boas intenções. No entanto, de boas intenções não se fazem o mundo - mas sim de ações. E a ação que resultou em sua trágica partida se iniciara quando os Filhos de Opã se infiltraram no complexo muito antes de nós chegarmos - meses antes, para ser mais exata -, quando lançaram mão de seus cargos elevados no complexo militar para adulterar a fórmula que, mais tarde, seria usada por Kassandra Gomes e Maria Aparecida Martins como o antídoto para a infecção que assolava o mundo. Não fossem eles, meu amigo ainda estaria vivo. E, hoje, quando seu trabalho rendeu frutos, quando sua boa vontade e compaixão resultaram em inúmeras vidas poupadas, quem sabe poderíamos sentar à uma mesa de bar e discutir coisas banais como o clima, nossos filhos ou o formato da lua - tópicos que há muito não sabíamos mais como abordar."
O que se tem, aqui, caro leitor, é uma RETALIAÇÃO do povo japonês. Quando Cibele Trajano anunciou o fim da equipe, ela o fez publicamente. Seja por qual motivo fosse, sabíamos que isso atrairia a atenção de nossos "amigos" asiáticos, afinal eles são - no momento, conforme se pode destacar na passagem do livro de Sophia Schneider - os mais interessados em desmantelar os filhos de Opã. E podem estar certos: eles estão aí. Ainda estão infiltrados nos setores mais intrínsecos da nossa sociedade. Basta saber procurar.
Portanto, duvide. Não seja crédulo para com o que lhe é dito. Pesquise, investigue, revire, remonte as peças do quebra-cabeça até que elas pareçam claras a você - ou até que elas ao menos se assemelhem a algo que relembre, nem que vagamente, a verdade nua e crua.
Eu, particularmente, me reservo o direito de refletir a respeito antes de dar alguma resposta. Fico preocupada com o poder da concentração das massas, que mesmo antes do juízo final já eram formadoras de opinião. O que chamamos de "juri popular" é, na verdade, um bando de hipócritas que apontam nos outros as suas próprias falhas.
É o que vimos, por exemplo, na noite passada. Testemunhamos o fim das Rondas Ostensivas Contra Opã. Ainda bem, pois já não aguentava mais aquele nome patético. De qualquer forma, a ROCO fechou suas portas com a alegação de que os Filhos de Opã teriam sido exterminados. E qual não foi nossa surpresa quando, em vez de aplausos e ovações, Cibele Trajano recebeu um DISPARO no meio do peito?
Ou pelo menos teria recebido, não fosse a intervenção imediata de seus agentes - bem treinados, devo dizer.
Para entender o que aconteceu, recorramos primeiramente ao livro "A Fome", escrito por Sophia Schneider - a qual, convém dizer, fora amiga pessoal de boa parte dos integrantes do grupo paramilitar citado acima:
"...e eis que ao abrir a porta, nos deparamos com aquela... criatura. Aquele homem que já não mais era um homem. Aquela besta desenfreada - transformada no que ele mesmo jurara proteger, no que ele mesmo jurara purificar. Verti uma lágrima por meu amigo Hugo Sugimura. Era um bom homem, com um bom coração e boas intenções. No entanto, de boas intenções não se fazem o mundo - mas sim de ações. E a ação que resultou em sua trágica partida se iniciara quando os Filhos de Opã se infiltraram no complexo muito antes de nós chegarmos - meses antes, para ser mais exata -, quando lançaram mão de seus cargos elevados no complexo militar para adulterar a fórmula que, mais tarde, seria usada por Kassandra Gomes e Maria Aparecida Martins como o antídoto para a infecção que assolava o mundo. Não fossem eles, meu amigo ainda estaria vivo. E, hoje, quando seu trabalho rendeu frutos, quando sua boa vontade e compaixão resultaram em inúmeras vidas poupadas, quem sabe poderíamos sentar à uma mesa de bar e discutir coisas banais como o clima, nossos filhos ou o formato da lua - tópicos que há muito não sabíamos mais como abordar."
O que se tem, aqui, caro leitor, é uma RETALIAÇÃO do povo japonês. Quando Cibele Trajano anunciou o fim da equipe, ela o fez publicamente. Seja por qual motivo fosse, sabíamos que isso atrairia a atenção de nossos "amigos" asiáticos, afinal eles são - no momento, conforme se pode destacar na passagem do livro de Sophia Schneider - os mais interessados em desmantelar os filhos de Opã. E podem estar certos: eles estão aí. Ainda estão infiltrados nos setores mais intrínsecos da nossa sociedade. Basta saber procurar.
Portanto, duvide. Não seja crédulo para com o que lhe é dito. Pesquise, investigue, revire, remonte as peças do quebra-cabeça até que elas pareçam claras a você - ou até que elas ao menos se assemelhem a algo que relembre, nem que vagamente, a verdade nua e crua.
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