quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Vox populi, vox... diabolus?

A voz do povo é a voz de Deus, é o que dizem. Ou seria do Diabo?

Eu, particularmente, me reservo o direito de refletir a respeito antes de dar alguma resposta. Fico preocupada com o poder da concentração das massas, que mesmo antes do juízo final já eram formadoras de opinião. O que chamamos de "juri popular" é, na verdade, um bando de hipócritas que apontam nos outros as suas próprias falhas.

É o que vimos, por exemplo, na noite passada. Testemunhamos o fim das Rondas Ostensivas Contra Opã. Ainda bem, pois já não aguentava mais aquele nome patético. De qualquer forma, a ROCO fechou suas portas com a alegação de que os Filhos de Opã teriam sido exterminados. E qual não foi nossa surpresa quando, em vez de aplausos e ovações, Cibele Trajano recebeu um DISPARO no meio do peito?

Ou pelo menos teria recebido, não fosse a intervenção imediata de seus agentes - bem treinados, devo dizer.

Para entender o que aconteceu, recorramos primeiramente ao livro "A Fome", escrito por Sophia Schneider - a qual, convém dizer, fora amiga pessoal de boa parte dos integrantes do grupo paramilitar citado acima:

"...e eis que ao abrir a porta, nos deparamos com aquela... criatura. Aquele homem que já não mais era um homem. Aquela besta desenfreada - transformada no que ele mesmo jurara proteger, no que ele mesmo jurara purificar. Verti uma lágrima por meu amigo Hugo Sugimura. Era um bom homem, com um bom coração e boas intenções. No entanto, de boas intenções não se fazem o mundo - mas sim de ações. E a ação que resultou em sua trágica partida se iniciara quando os Filhos de Opã se infiltraram no complexo muito antes de nós chegarmos - meses antes, para ser mais exata -, quando lançaram mão de seus cargos elevados no complexo militar para adulterar a fórmula que, mais tarde, seria usada por Kassandra Gomes e Maria Aparecida Martins como o antídoto para a infecção que assolava o mundo. Não fossem eles, meu amigo ainda estaria vivo. E, hoje, quando seu trabalho rendeu frutos, quando sua boa vontade e compaixão resultaram em inúmeras vidas poupadas, quem sabe poderíamos sentar à uma mesa de bar e discutir coisas banais como o clima, nossos filhos ou o formato da lua - tópicos que há muito não sabíamos mais como abordar."

O que se tem, aqui, caro leitor, é uma RETALIAÇÃO do povo japonês. Quando Cibele Trajano anunciou o fim da equipe, ela o fez publicamente. Seja por qual motivo fosse, sabíamos que isso atrairia a atenção de nossos "amigos" asiáticos, afinal eles são - no momento, conforme se pode destacar na passagem do livro de Sophia Schneider - os mais interessados em desmantelar os filhos de Opã. E podem estar certos: eles estão aí. Ainda estão infiltrados nos setores mais intrínsecos da nossa sociedade. Basta saber procurar.

Portanto, duvide. Não seja crédulo para com o que lhe é dito. Pesquise, investigue, revire, remonte as peças do quebra-cabeça até que elas pareçam claras a você - ou até que elas ao menos se assemelhem a algo que relembre, nem que vagamente, a verdade nua e crua.